Estas são as borboletas da Carmo, da Clara, da Amélia, da Alice, da Francisca, da Joana, da Matilde, da Pilar e da Carlota
coladas em cima do desenho da ilustradora Amy Marie Stad.
Neste projeto trabalhámos plasticamente tudo o que nos faz sentir ‘borboletas na barriga’, como o stress, a ansiedade, o medo, a paixão,…
Se atribuirmos significados às cores e a toda a nossa expressão plástica conseguimos representar o que sentimos mas que não conseguimos ver.
Ao darmos forma ao que não se vê conseguimos moldar e trabalhar com as nossas mãos tudo o que quisermos.
Da mesma maneira que podemos pintar o nosso medo de cor de rosa às bolinhas amarelas, podemos criar uma nova perspetiva do que
realmente é o nosso medo, só o facto de ‘pormos o medo em cima da mesa de trabalho e mexermos nele com as nossas mãos’ estamos a dar um
‘tamanho’ diferente ao medo, mais pequeno se calhar, pois as nossas mãos conseguem moldá-lo e dar-lhe uma nova forma, conseguimos nem
que seja transformar o nosso medo.
Quem diz trabalhar o medo pode dizer trabalhar a insegurança, ou até mesmo a auto-estima, ou a felicidade.
Conseguimos trabalhar tudo o que quisermos com as nossas mãos e com a nossa criatividade!
A expressão criativa da arte e a criatividade são, entre muitas outras coisas, ferramentas com muito potencial para trabalhar o que somos por
dentro e para conseguirmos ‘moldar-nos’ com as nossas próprias mãos.
Esta abordagem artística é para todas as crianças, todas as crianças têm as suas questões, umas mais leves que outras, mas todas têm.
É um trabalho positivo que traz mais segurança às crianças e eleva a sua auto-estima.
Passo a passo conseguimos sempre chegar longe!
A proposta é trabalhar a emoção com as mãos!





